terça-feira, novembro 15, 2016

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sexta-feira, junho 10, 2011

Filmes B

Tenho uma paixão muito grande por filmes. Ultimamente quase não tenho assistido, para falar a verdade devo ter passado meses sem ver um filme.

Recentemente, enquanto a maioria das séries que eu assisto estão de férias, resolvi assisti alguns filmes.

O primeiro deles foi Saint John of Las Vegas


filme com Steve Buscemi. Conta a história de John, que para subir na carreira foi designado a fazer uma investigação de fraude de carro em Las Vegas, cidade que ele tinha fugido por ser um apostador compulsivo.



Youth In Revolt


Filme com Michael Cera, Zach Galifianakis, Ray Liotta. Conta a história de um rapaz que conhece uma garota e faz de tudo para impressiona-la. Deixando se levar pela paixão acaba fazendo altas confusões :P



Altitude


Um grupo de amigos estão num avião que entra numa estranha núvem e nenhum equipamento funciona. Os acontecimentos são bem interessantes. Se tivesse um pouco mais de grana e produção seguramente seria um sucesso.

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terça-feira, janeiro 04, 2011

O povo e suas ideias

Na maioria, o povo nem sequer tem consci­ência de sua necessidade de conformar-se. Vive sob a ilusão de seguir suas próprias ideias e inclinações, de ser individualista, de ter chegado a suas opiniões como resultado de seus próprios pensamentos – apenas acontecendo que suas idéias são as mesmas da maioria. O consenso de todos serve como prova da correção de “suas”  ideias. Havendo ainda necessidade de sentir certa individualidade, essa necessidade é satis­feita com relação a diferenças menores; o mono­grama na pasta ou no suéter, a placa com o nome do caixa do banco, o fato de pertencer ao Partido Democrático contra o Republicano, ou a esta as­sociação em vez de aquela, tornam-se expressão de diferenças individuais. O “slogan” de anúncios de que uma coisa “é diferente” demonstra essa necessidade patética de diferença, quando na rea­lidade quase nenhuma resta.
Do livro A Arte de Amar, de Erich Fromm.

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domingo, novembro 07, 2010

Um pouco sobre a ditadura militar em Colatina



Acredito que o que a maioria dos colatinenses conhece sobre a Ditadura Militar brasileira é que foi um período em que os militares governaram o Brasil marcado pela falta de democracia, censura, perseguição política e repressão aos que eram contra esse regime. Algo distante de nossa realidade, algo que não nos afetou diretamente. Você pensa assim? E se eu dissesse que está enganado?

O que muita gente não sabe é que nosso município também sofreu por conta dessa atmosfera de repressão dos militares. Aqui houve significativa influência do integralismo, perseguição, prisões e até cassação de um Deputado Federal colatinense. E onde está a documentação escrita de todos esses acontecimentos? Muito pouco existe. 
 
Por sorte ainda temos pessoas que viveram esta realidade e podem nos contar e provar o que aconteceu aqui. Uma dessas pessoas, a qual preciso de autorização para citar o nome, aceitou dar uma entrevista sobre o que viveu e viu acontecer nesse período turbulento de nossa história. O próximo post será justamente sobre essa entrevista. 
 
Para iniciar nosso assunto, irei relatar um pouco da história do Dr. Ramon de Oliveira Neto, deputado federal colatinense que figurou na primeira lista de políticos cassados pelo golpe de 64, junto com Jango e Prestes. Acredita-se que, devido à suas ideias menos tradicionais, antes do golpe, estava sendo cogitado para assumir o governo do estado. Foi foco da atenção dos militares por ser considerado comunista, numa época em que isso era considerado “uma doença infeciosa” pelos militares.

Segundo um artigo do Século Diário (fonte) Dr. Ramon é natural do RJ. Pobre em sua infância e adolescência, teria passado por muitas dificuldades e humilhações. Foi engraxate e sempre se vestia mal, por não ter dinheiro para comprar vestimentas adequadas. Porém, quando jovem, mostrou-se estudioso e idealista. Devido aos seus grandes esforços, foi aprovado na faculdade de medicina. Nas pensões que conseguia para morar, os percevejos eram seus companheiros. Até conseguir sua estabilidade financeira passou por situações de privação e provação. Já médico formado, veio a Colatina cuidar de um sobrinho adoentado e gostou da cidade. Daqui só saiu por força da repressão.

Ainda de acordo com o artigo do Século Diário a exemplo de outros médicos, foi também a medicina que o fez político. Operou muitos doentes em Colatina nos anos em que esteve por aqui. Conta-se que sua política era de que “pagava quem podia e não pagava que não podia.” Entre vários descendentes de alemães e italianos, que moravam no interior, acreditava-se que “Dr. Romão” era um grande curandeiro, dado o êxito de suas cirurgias.

No entanto, faltava a Dr. Ramon uma característica da maioria dos políticos da cidade: ser católico. Ele era declaradamente agnóstico e não abria mão disso numa época em que frequentar a igreja era ponto “sine qua non” para ser bem falado. No entanto, sua atuação como médico e a fama adquirida a partir disso eram maiores que esta tradição.

Faltando 49 dias para as próximas eleições o então dirigente do PTB, Moacir Brotas, lhe fez uma proposta para ser candidato a deputado federal. E ele aceitou. Fez um santinho e distribuiu fazendo propostas ousadas para a época, como a reforma agrária. Seus conhecidos ideais de esquerda entusiasmaram uma parte da população, mas acredita-se que o grosso de seus votos tenham vindo de sua atividade profissional. 
 
Foi mais ou menos assim que conseguiu dois mandatos de deputado federal. Aos 32 chegou à Câmara dos Deputados, aos 39 foi cassado por ocasião do golpe militar, era o 13º de uma longa lista. Não muito tempo depois, foi embora de Colatina devido ao fato de ser foco de intensa vigilância. Uma simples aglomeração em frente ao seu consultório já poderia ser um motivo para desconfiança. 
 
Em depoimento disse sobre sua saída de Colatina: "Deixei grandes amigos por lá. O maior deles todos era o Dioniso Dalla Bernardina, coincidentemente concunhado do meu maior adversário na região: Oswaldo Zanello. Eu não ia a igreja lá mas cuidava da saúde do padre, da irmã de caridade. Lembro com saudades do padre Paulo Egidio, do Colégio Marista, e da irmã Paula, da Eucaristia. Eu não acreditava em Deus mas esses dois religiosos faziam campanha para mim".

A surpresa final é que não confirmou ser de fato comunista. Alegou somente que "jamais negaria uma coisa que iria contribuir para depreciar os comunistas. As minhas ideias sempre coincidiram em vários pontos com as deles. O rótulo nunca me fez mal e muito menos me incomodou. Só me deu alegria pela companhia.”


Essa e muitas outras histórias sobre nossa cidade precisam ser contadas e preservadas. 
 
Peço desculpas por não fazer uma melhor referência quanto às fontes que utilizei par obter essas informações. Na verdade, este é um artigo em construção. Só resolvi fazer uma pequena demonstração. Tem muito mais coisas para escrever.

Até a próxima.

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domingo, outubro 17, 2010

Atividade Mental


Algumas atividades engraçadas para ativar o cérebro.

O cérebro adora novidades. Ativamos o cérebro sempre que fazemos algo novo ou quando aprendemos alguma coisa nova.

Você pode sozinho ativar as diferentes áreas cerebrais:

-         Saia de casa, tenha atividades sociais (muito importante para a saúde mental);
-         Seja flexível, veja um problema por diferentes prismas, como se fossem diferentes pessoas;
-         Procure seus amigos;
-         Mantenha-se sempre ativo;
-         Experimente escovar os dentes com a outra mão (abra o tubo e coloque pasta na escova com a outra mão; esse pequeno gesto ativa outras áreas do cérebro); *
-         Vista-se com uma mão só. Um dia com a direita, outro com a mão esquerda; *
-         Arrume-se; use uma roupa de uma cor diferente das usuais;
-         Experimente escrever com a mão “errada”; *
-         Saia da rotina;
-         Varie a ordem de sua rotina;
-         Escolha um caminho diferente;
-         Leia um livro;
-         Leia em voz alta (ativa outras áreas);
-         Ouça música;
-         Troque de estação do rádio para uma diferente;
-         Vá ao teatro e ao cinema;
-         Assista a um documentário;
-         Faça palavras cruzadas;
-         Durma do outro lado na cama, durma virado para os pés da cama, de vez em quando, só para variar; *
-         Tenha mais contato com a natureza. Observe a natureza;
-         Experimente sabores diferentes dos usuais;
-         Dedique 1 dia a um sentido diferente (a todos os cheiros, formas geométricas, cores, sons, etc...); *
-         Preste atenção a todos os sons e cheiros na rua, junto ao pipoqueiro, à padaria, supermercado, peixaria, hortifrute;
-         Compre argila, modele um peixe, uma flor, etc;
-         Pinte uma tela. Faça de conta que é um artista;
-         Faça de contas que é um cantor. Cante sua música;
-         Preste atenção a sua refeição, sabor, cheiro, textura do alimento, talher, louça, conversas, risos;
-         Inicie um hobby novo;
-         Cuide de uma planta, um aquário;
-         Pratique o relaxamento;
-         Experimente um banho com óleos aromáticos, perfumes diferentes...
-         Pratique a meditação;
-         Exercite seu corpo;
-         Escreva uma história, um conto, uma poesia;
-         Faça exercícios respiratórios;
-         Faça exercícios físicos moderados;
-         Decore um verso, uma música, lista de compras;
-         Faça aulas de dança ou pratique a dança;
-         Faça aula de culinária;
-         Associe uma música a uma cor, a um cheiro;

Mais informações em: http://usuarios.uninet.com.br/~hmiguens/memoria_envelhecimento_ginastica_cerebral.htm

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sexta-feira, outubro 08, 2010

VOCÊ É MUITO IMPORTANTE PARA NÓS

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Você é muito importante para nós: É muito comum ouvir esse tipo de mensagem quando se liga para a central de atendimento de alguma grande empresa.

Hoje tive a comprovação de que isso não passa de uma mentira. Liguei para o Submarino pois tenho um pedido em atraso, fiquei DEZ minutos pendurado no telefone até que um atendente me atende: "Senhor, nosso sistema está fora do dar, poderia retornar a ligação em 20 minutos:".

Se eu sou tão importante assim, porque não coloca uma mensagem no início do atendimento eletrônico avisando do problema? Nessa brincadeira eu economizaria dez minutos e não ficaria tão puto da vida. O mínimo que se espera de bom atendimento é resolver o problema do cliente o quanto antes.
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Shit My Dad Says

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Mês passado fiz um post sobre as series que estariam estreando. Dentre as comentadas estava Shit My Dad Says. Serie estrelada pelo William Shatner.

Como estava sem sono resolvi assistir ao segundo episódio, acabei de faze-lo. Não tenho a menor dúvida que será o maior sucesso. Mas como ia dizendo, assisti o segundo e estava infinitamente melhor que o primeiro.

Recomendo!

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segunda-feira, outubro 04, 2010

Trânsito, pela centésima vez

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Sábado nossa queridíssima cidade estava um caos, gente, político e trabalhadores de político para tudo quando é lado. Poucas vezes a vi com tanta gente fora de uma data específica para o comércio.

Como tinha chovido muito neste dia, fui obrigado a vir para o centro sem a minha motoca, arrumei uma carona e fui trabalhar. Na hora de ir embora fui para o ponto esperar o ônibus.

Depois de 20min de espera não me contive, rumei em direção à ponte e fui caminhando. Lembrei do Alvim na hora: "Momento Alvim".

O passeio estava muito legal. O tempo não estava tão quente e tinha um vento bem interessante sobre a ponte. Pensando e andando eu seguia. No final da ponte senti meu pé doendo (o chinelo que eu estava não ajudou muito).

Atravessei a ponte, passei do posto Bruno e só depois disso consegui uma carona que me trouxe até em casa.

O que mais me espanta é que fiquei uns 20min no ponto e pelo menos mais 20min de caminhada sem passar nenhum ônibus. Foram mais de quarenta minutos e nada. Não dá pra aceitar uma cidade do tamanho da nossa ter um trânsito tão ruim assim.

Resultado da obra, meu pé doeu tanto que não consegui pedalar domingo pela manhã. Acho que já está na hora de aposentar o chinelo.

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quarta-feira, setembro 22, 2010

ELEIÇÕES 2010

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A cada ano que passa tenho a nítida impressão de que fica mais difícil votar. já se deram conta de que as eleições acontecerão daqui a duas semanas? Parei para pensar nisso ontem à noite enquanto conversava com meu irmão.

O mais impressionante é que eu ainda não faço a menor idéia em quem votar. Não tenho candidato algum para nenhum dos cargos. Aposto que muita gente está na mesma situação que eu.

O mais complicado é que há muito tempo não existe mais o voto de protesto uma vez que Brancos e Nulos têm o mesmo efeito. O voto Nulo tinha a idéia de contestar, ou seja, você expressava que nenhum daqueles candidatos serve para governar nosso país (estado, cidade etc.), já o voto Branco diz que qualquer um tá bom.

Segundo li em algum lugar, e carece de fonte pois não lembro onde li, os votos nulos e brancos agora não servem de mais nada. Se eu estiver errado, por favor, me corrijam nos comentários.

Voto de protesto atualmente virou votar em candidatos folclóricos, ou seja, votar naquele candidato que está mais que na cara de que não tem capacidade alguma, mas votaremos nele para mostrar que não estamos satisfeitos. O grande problema disso é o que acompanha esse protesto. Vou exemplificar:

Quando o candidato Meu nome é Enéias foi eleito Deputado Federal em 2002 com mais de 1M (Um milhão) de votos, levou junto com ele mais quatro ou cinco deputados do mesmo partido, por causa do tal voto de legenda (sinceramente, nunca consegui entender direito como isso funciona. Quem quiser explicar pode ficar à vontade).

Mais recentemente aqui em Colatina o candidato "O vento Levou" foi o vereador mais votado da cidade. Suponho que tenham votado nele em forma de protesto. Resultado, foi eleito e não tem a mínima capacidade de fazer o papel que um vereador precisa fazer.

Muito mais recente ainda temos o caso do Tiririca. Alguém tem alguma dúvida de que ele irá se eleger? E o pior, será que ele, por causa do voto de protesto, não elegerá mais alguns companheiros de legenda pela quantidade de votos que obtiver? Quem garante que esses outros candidatos são os melhores para nos representar?

Além de não saber em quem votar, não dá para protestar de forma justa. Fica difícil assim.
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terça-feira, setembro 21, 2010

Brother and Sister Dental Odyssey

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EU SOU 1337

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Séries

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Para quem Curte Séries, A partir dessa semana as principais já voltam ao Ar lá nos EUA.

Segue algumas das que eu acho legais:

Two And a Half Men estreou ontem dia 20/09 sua 8ª temporada. Conta a História de Charlie Harper, seu irmão e sobrinho.

Shit My Dad Says (23/09) nova série inspirada num twitter onde um rapaz escreve as merdas que seu pai fala. A coisa foi ficando tão grande que virou livro e agora uma série de TV. Destaque para William Shatner (Capitão Kirk e Denny Krane). A idéia é excelente e tem tudo para dar certo.


Fringe estréia sua 3ª temporada no dia 23/09 e fala de uma subdivisão do FBI americano que trata de assuntos que só vemos em filmes de ficção científica

The Big Bang Theory sua 4ª temporada começa também no dia 23/09 e trás o cotidiano de dois superNerds, Leonard e Sheldon, e sua vizinha Penny.

30Rock volta no dia 23/09, Alec Baldwin foi confirmado para mais uma temporada. Há rumores de que ele estaria saindo. Essa série se passa, ficticialmente, nos bastidores da BBC onde produzem o programa TGS with Tracy Jordan.

Também no dia 23/09 começa a 6ª temporada de Bones. Conta a história do Agente Especial Seeley Joseph Booth e sua parceira Dra. Temperance Brennan (antropóloga forense) onde juntos tentam desvendar os crimes.

Dexter talvez seja a série mais esperada do momento. No dia 26/09 estréia a 5ª temporada. Com o extraordinário final da quarta temporada os fãs da série mal podem esperar para o recomeço.


Cleveland Show volta para a sua segunda temporada, 26/09, e conta a história de Cleveland, visinho de Petter Griffin, após deixar Quahog :)

Semana passada, 17/09, começou a 3ª temporada da série animada que se passa entre os Episódios II e III de Star Wars. Quem é fã de Star Wars não pode deixar de conferir CloneWars

Não sei a previsão de estréia dessas Séries no Brasil. É só aguardar
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sábado, setembro 18, 2010

SKIMBOARD REGENCIA ES

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Skimboard


Zona Skim Minimovie 14 from Guilherme Vaz on Vimeo.

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Achei esse vídeo agora no Vimeo e putz, saudades. Minha prancha ainda está aki (aliás, minha e do Gregory), pena que com o bico quebrado. hahauhahuua

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quinta-feira, setembro 16, 2010

No te preocupes

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quarta-feira, setembro 15, 2010

MUNDO DA INTERNET

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Por mais gigantesca que seja a internet, eu não consigo acessar mais que meia dúzia de sites.

Basicamente:
- Warmup/Grande Prêmio: Site sobre automobilismo.
- Blog do Flavio Gomes e Victor Martins: Dois caras que escrevem para o Grande Prêmio.
- Judão e Omelete: Sites especializados em Cinema.
- Jacaré Banguela e KibeLoco: Blogs de Humor.
- Meio Bit: Blog sobre tecnologia

E um e outra coisa espalhada por aí! Esse Mundo da Internet para mim parece ser bem pequeno.
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quarta-feira, setembro 08, 2010

O SÍMBOLO PERDIDO

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"É Péssimo", "É Horrível", "É muito Ruim".



Quase todo mundo que conheco que tenha lido esse livro, ou dos comentários que li na internet convergiam para a mesma afirmação.

Antes de continuar, se você ainda não leu o livro, talvez seja interessante não ler esse post (pretenção minha achar que muitas pessoas leem isso aqui :P) pois é possivel que eu acabe escrevendo mais do que deveria.

Bom, primeiramente, quem lê Dan Brown sabe exatamente como é a escrita dele, um mistério que começa beeem no início do livro, fecha a história faltando umas 50 páginas e logo em seguida faz alguma coisa que muda parte da história. Foi assim em Anjos & Demônio, Código DaVinci, Fortaleza Digital e Ponto de Impacto. Logicamente não seria diferente em O Símbolo Perdido. Então, ler Dan Brown e esperar algo diferente disso e depois reclamar que é igual aos outros não vai adiantar muito. É chover no molhado, como dizem.

A grande sacada de sua escrita é que os acontecimentos não ficam presos ao personagem principal, e que seus capitulos curtos, intercalando os fatos e personagem, faz com que a leitura seja mais interessante e voce acaba sempre esperando pelo próximo capitulo para saber o que acontece com o personagem. Isso deixa a leitura mais dinâmica e atraente.

Outro fator interessante na escrita do Dan Brown é a capacidade descritiva que ele tem. Quando lê, consegue visualizar exatamente as obras, os monumentos, construções e seja lá oque ele quiser descrever.

Mais uma coisa legal do modo dele escrever é como ele desvendas os mistérios, e suas descobertas os levam a outra parte da história, e a cada descoberta mais perguntas e respostas são dadas. Isso realmente faz com que prendemos atenção no livro e não vemos a hora parar enquanto lemos.


Acabei de ler O Símbolo Perdido.


Não acho que seja péssimo. Não chega perto de Anjos & Demônios (que na minha opniao é o melhor livro dele), não chega perto de Código DaVinci e nem dos outros dois. Mas também não dá pra esperar que ele escreva um livro melhor que os dois primeiros, talvez sejam suas obras primas.

Como disse, não acho que seja péssimo, mas acho que ele perdeu um pouco a mão. Ele começa da mesma forma, com um misterioso acontecimento nas primeiras páginas e Robert Langdon está no meio para ajudar a desvendar. Até aí tudo bem. O problema é que o livro começa a se desenrolar e você começa a perceber a escaces de detalhes. Não consegue descrever os locais por onde eles passam com a mesma maestria que fazia nos seus livros anteriores.

Outra coisa percebida é que Robert Langdon não fez nada o livro inteiro, é simplesmente um coadjuvante principal (existe esse termo?) em todo o desenrolar da história (ainda existe estória?). Está sempre no foco da questão, mas se fosse retirado da história não faria falta alguma. Praticamente não desvenda nada, não ajuda em nada, não faz nada.

Esqueci de falar mais acima, mas o livro é baseado na Maçonaria. Tema que daria para explorar muita coisa, principalmente por se tratar de um assunto muito comum em nossa vida, afinal de contas quem não conhece um membro da franco-maçonaria (com ou sem hífem?)? Todo mundo já ouviu alguma história sobre eles, das mais cabeludas e sem pé-nem-cabeça à outras mais séries e aparentemente bem fundadas. Com essa imensidão de material a disposição o autor não consegue explorar bem. As páginas vão se passando e nada vai acontecendo. Voce so se da conta disso quando está na metade do livro.

O desfecho do livro tambem nao me agradou muito. Pretendo nao contar o final do livro para nao estragar quem ainda, mesmo depois de ter lido o post, nao leu.

Só mais uma coisa: Se alguém leu o livro ou vai ler, depois me diga se é ou não um pedido de desculpas à Igreja Católica.
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quarta-feira, setembro 01, 2010

MOTO...

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Existe uma questão filosófica, e já adianto que não é o tema do post, sobre Motoqueiro x Motociclista. Os motociclistas dizem que motoqueiro é motoboy e quem anda de moto é o Motociclista. Talvez tenha alguma coisa a ver com a cilindrada da moto, sei lá. Mas não importa. Vamos ao que "interessa".

Sempre fui um crítico feroz aos Moto... que em sua maioria não tem respeito algum com as leis de trânsito. Claro que toda regra tem sua exceção. Normalmente cortam pela direita, saltam os quebra-molas, costuram entre os carros, etc. Tem mais uma pá de coisa errada.

Agora que tenho uma motoca, posso afirmar que existe uma força maior que te puxa para fazer as coisas erradas. É impressionante como isso te influencia. Em alguns momentos dá uma vontade arrebatadora de fazer uma merdinha pra ganhar alguns segundos no trânsito.

Luto todos os dias contra essa força maligna que tenta me consumir. Posso garantir que tenho me saído muito bem contra essa força. Tem coisas que não faço de maneira alguma, mas há outras que não há como evitar.

Marina, que também posta nesse blog pode falar alguma coisa a respeito disso, afinal de contas, ela é uma excelente motociclista.

Um exemplo clássico (de coisas que não dá para evitar) é quando vou embora do trabalho. Saio do escritório por volta de 18hs, sigo em direção à ponte pela rodoviária, assim já estou bem perto da ponte. Passo do lado esquerdo dos carros e ganho alguma vantagem com isso. Se não o fizesse, seguramente demoraria aproximadamente 30 ou 40min até chegar à minha casa. Com essa manobra, não gasto, quase nunca, mais que 18min.

Se a prefeitura local fizesse alguma coisa para resolver o problema de trânsito ninguém precisaria fazer isso. Você já tentou atravessar a ponte esse horário? É um caos tremendo. A cada dia que passa vai ficando pior e pior e o que mais impressiona é que ninguém faz nada. Parece que os mandantes da cidade não estão vendo isso. Se bem que não vêm coisas muito piores acontecendo. Fazer o que né. Vamos votar direito na próxima eleição.

Engraçado, quando comecei a escrever o post, tinha outra idéia na cabeça, bom, ao menos já tenho idéia para outro post. Vamos ver se crio coragem para escrever.
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sexta-feira, agosto 20, 2010

O CÃO E O TEMPO


A relação entre humanos e cães é tão antiga que os historiadores são incapazes de precisar quando começou. O que se sabe é que eles se aproximaram dos homens por causa da comida e os homens os adotaram para caça e guarda. Foi o primeiro animal a ser domesticado e aquele com o qual conseguimos estabelecer melhor relacionamento. O homem, através dos tempos os modificou e moldou de acordo com suas necessidades e desejos, dando a eles as mais diversas aparências e temperamentos, criando-os para os mais diversos fins, como, por exemplo, companhia e guia.
O cão, por sua vez, aceitou o homem como parte de sua matilha, tendo esse geralmente como chefe, mantendo com ele uma ligação quase mística e dedicando-lhe todo o seu cuidado e carinho. Meu tio, que morava no interior, certa vez veio para a cidade fazer compras, foi atropelado e ficou internado com fraturas múltiplas. Seus cães uivaram sem parar naquela noite. Não tinha sido a primeira noite que meu tio passava na cidade, mas era a primeira em um hospital. Eles sabiam que seu dono estava machucado, não me perguntem como, mas eles sabiam.
Meu bisavô, pai do pai da minha mãe, Zé Rocha, era um velho negro, alto e forte, que não aparentava a idade que tinha. Era silencioso, pouco falava, mas quando abria a boca todos o ouviam e ninguém desobedecia. Seu nome era pronunciado com respeito e sempre cercado de misticismo. Dizem, por exemplo, que ele disse com exatidão o dia em que morreria. Meu bisavô pegou minha bisavó, índia, literalmente a laço, casou com ela e constituiu família. Sempre a respeitou. Quando novo, matou um punhado de homens, atirava bem e manipulava uma faca como ninguém, e quando velho mandou matar mais alguns. Não porque era ruim, apenas havia vivido em outro tempo, onde a lei funcionava de forma diferente e o homem tinha que literalmente lutar pelo que era seu. Quando minha mãe nasceu, meu bisavô a pediu para ele, e meu avô, filho obediente a deu, e por isso ele tinha um carinho especial com ela, e consequentemente comigo. Sempre que eu ia em sua casa ganhavam um bombom, e naquela época, um bombom era uma iguaria rara. E foi ele, meu bisavô, que me deu o meu primeiro cão. Não havia no mundo ninguém melhor para pedir. Minha mãe jamais negaria um presente dado por ele, eu sabia disso, apesar de ter só 5 anos de idade.
Meu bisavô sempre usava botas, calça social e camisa de botão de mangas compridas, e quase sempre um chapéu. Até hoje quando penso nele, a primeira imagem que me vem a cabeça é do velho Zé Rocha chegando em nosso quintal, exatamente desse jeito, montado em um enorme cavalo marrom, que parecia ainda maior por causa do meu pouco tamanho, tirando lá de cima um filhote de cachorro cuja cor mesclava marrom claro com preto e me entregando. O nome dele eu não lembro e onde tirei, mas era Chulim. Toda criança deveria ter um cachorro, especialmente uma como eu, que morava no meio do nada e não tinha contato frequente com outras crianças. Chulim era meu companheirão, colega de brincadeiras e parceiro em explorações pelos pastos afora, mas ele não viveu muito.
Certo dia acordei de manhã sob o som de pessoas conversando alto em minha janela, e quando saí ouvi alguém dizendo que achava que meu cachorro tinha raiva. Eu tinha apenas 7 anos e não lembro quais eram os sintomas de raiva que alegaram que ele tinha, mas eu o vi, estava inegavelmente doente, escondido embaixo da casa, logo abaixo de onde era meu quarto. Lembro claramente da imagem dos olhos dele, brilhando em minha direção, eu não sabia exatamente o que era raiva, mas não achava que ele parecia ter isso. Sei que era de manhã, mas minha lembrança é escura, lembro de alguém falando em pegar a arma para sacrificá-lo, mas não lembro se foi assim que ele morreu. Lembro apenas do Chulim estendido atrás da casa, já morto, de alguém tê-lo virado e de ter saído de sua boca um liquido marrom e espesso. Alguém disse então que ele não tinha raiva, e sim que tinha sido envenenado. Só depois entendi aqueles olhos brilhantes em minha direção, meu amigo estava pedindo minha ajuda, e eu não pude ajudar. Aquele dia entendi o que era a morte, e não gostei dela. Também aprendi um pouco sobre a natureza humana. Chulim me ensinou.
Pouco depois disso eu e meus pais viemos para a cidade, eu passava quase o dia todo preso em um apartamento pequeno, e não pude ter outro cão, mas eu queria um, e queria dar a ele também o nome de Chulim. Fazer como meu tio, que depois de ter um vira-latas com sangue de pastor alemão chamado Duque, que viveu 18 anos, sempre batizava um novo cão com o mesmo nome, sempre na esperança de que esse fosse tão inteligente e companheiro como o primeiro, mas nunca nenhum outro foi. Não como aquele.
Mais de 20 anos se passaram até eu ter outro cachorro. Depois de vir morar com a Marina, e ela começar a cantar a vontade de ter um cãozinho, eu não precisei de muitos argumentos para ser convencido. Como ainda moramos em um apartamento, tinha que ser uma raça pequena, e de preferencia com pelo curto, e apesar de nutrir uma certa antipatia pelo pinscher, foi essa raça que escolhemos. Depois de alguns contatos e ligações, fomos buscar a Tuca, que por mim se chamaria Tux, um filhotinho preto e marrom, de orelhinhas caídas e olhos grandes, que derreteu o coração da Marina assim que a pegou no colo.
A Tuca foi desmamada antes da hora, com 30 dias quando deveriam ser 45. Chegou aqui cheia de vermes, pulgas, carrapatos e diarreia. Senti no que tinha me metido logo na primeira noite sem dormir, porque ela não parava de chorar. Com certeza, apesar de todo o carinho e da cama em forma de sapato na qual ela mal conseguia subir, a noite era a hora em que ela mais sentia falta da mãe. Foram três noites que passei em claro cuidando dela, enquanto a Marina dormia feito uma pedra. Certa manhã a procurei e me assustei por não achar, olhei embaixo de tudo e não entendia como ela tinha desaparecido, até encontrá-la enrolada dentro do cobertor da Marina, peludo feito um urso, em uma parte que havia caído no chão. Aquela noite ela deve ter achado que tinha reencontrado a mãe.
Com muito custo o filhote doente se tornou uma cachorrinha saudável, se antes não entrávamos calçados em casa por conta das doenças que poderíamos trazer, agora o fazíamos para não ter nossos calçados destruídos, e a caminha na qual ela mal conseguia subir sofria sendo rasgada e arrastada pela casa. A Tuca roeu nossos móveis, destruiu diversos sapatos e nosso sofá, ao ponto de eu não querer tê-la mais em casa. Resolvemos dá-la para os outros. Às 18 horas a Marina levou a Tuca de presente para nossa empregada, e às 23 horas fomos buscá-la de volta. Por mais estragos que causasse uma coisa era inegável, a Tuca gosta de nós incondicionalmente, e por isso é impossível não gostar dela. Enquanto estamos em casa, ela não nos larga, pede comida, colo, carinho e atenção, quer sempre brincar ou só ficar deitada ao nosso lado. Quando chegamos em casa, não importa se saímos por apenas 10 minutos, ela repete sempre aquela mesma festa, como se estivéssemos longe por dias, e quando estamos no primeiro andar, aqui no quinto ela já festeja nossa chegada, e com toda a ansiedade do mundo. A Tuca é a prova que o temperamento do cão vem muito mais da forma como é criado do que de fatores genéticos, pois tem instinto de cão de guarda mas balança o rabo (o cotoco) e faz festa para qualquer um que aperte nossa campainha, e pula no colo de qualquer pessoa que nos visita. A Tuca que quando era filhote tinha o cesto de roupa suja como lugar preferido, e que hoje prefere estar sempre em qualquer lugar onde estejamos.. A Tuca que pula na lagoa e nada até nós, mesmo não gostando muito de água. E também a Tuca da qual sempre sentimos saudades quando estamos longe. Assim é o cão, quer sempre estar com seu dono, no calor de uma casa, no frio das ruas, na chuva de uma caçada ou no sol de um passeio. Um amigo fiel a qualquer tempo.

Rodrigo Caliman

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quinta-feira, agosto 19, 2010

Um belo fdp



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quarta-feira, agosto 18, 2010

LEI...

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Há pouco tempo atrás quando saiu a nova lei de transito no que diz respeito à ingestão de álcool, foi uma comoção nacional. Os meios de comunicação (Rádio, TV, internet) disseram exaustivamente que agora iria funcionar, pois a lei é muito boa, bla bla bla.

Todo mundo sabia que o real efeito estava surtindo por causa do policiamento intensivo dado na ocasião. Lei a respeito de bebida e direção já existia há muito tempo e o que não tinha era, exatamente, um bom policiamento.

Assim como no plebiscito sobre as armas, a TV não se preocupou em informar à população o que estava realmente acontecendo, prefeririam exagerar no crédito da lei. Possivelmente, devem ter pensado, as pessoas vendo e ouvindo as notícias da forma que foi passada ajudaria a fortalecer a lei.

O fato é que esses dias um amigo meu foi atropelado (ou seja lá como se chamaria o a(in)cidente) por um motorista alcoolizado.

Ao final da grande comoção, os acidentes de trânsito voltaram ao patamar anterior à lei. Algumas pesquisas dizem que está maior do que outrora.

Se tivéssemos o policiamento que deveria ter, esse cara não teria feito essa barbaridade que fez. Ele simplesmente jogou seu carro pra cima desse amigo meu, que estava de moto com sua namorada. De graça, sem o menor por que!

O que mais revolta é que esse cara nunca pagará por esse crime que cometeu e não há nada que garanta que ele não continuará a fazer esses absurdos.

A gente também não pode culpar, totalmente, os policiais nesses casos, primeiro que se eles conseguissem pegar o camarada, provavelmente a justiça demoraria a ser feita, se é que vai ser feita. Segundo que não existe policial suficiente. Estamos muito abaixo da necessidade.

Enquanto isso, no Brasil afora, os políticos estão em plena campanha prometendo as coisas que eles não vão cumprir e toda aquela ladainha que a gente bem conhece.
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terça-feira, agosto 17, 2010

TV PARA FORMAR OU DESINFORMAR?

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quarta-feira, agosto 11, 2010

Qual é a moral dessa história?



O FEIJÃO

Um homem tinha verdadeira paixão por feijão, mas ele lhe provocava muitos gases, criando situações embaraçosas. Um dia ele conheceu uma garota e se apaixonou, pretendia levar um relacionamento sério, mas pensou: É ridículo eu continuar desse jeito. Então fez um sacrifí­cio enorme e deixou de comer feijão.

O tempo passou e eles namoraram e se casaram.

Um dia quando ele voltava para casa, seu carro quebrou. Ele telefonou para a esposa e avisou que ia chegar mais tarde, pois voltaria a pé. Até aí tudo bem. Mas no caminho de volta para casa, passou por um restaurante e o aroma maravilhoso do feijão lhe atingiu em cheio. Como ainda estava distante de casa, pensou que qualquer efeito negativo passaria antes de chegar.

Então entrou e comeu três pratos fundos de feijão. Foi com bastante sede ao pote.

Durante todo o caminho, foi para casa peidando, feliz da vida. E quando chegou já se sentia bem melhor. A esposa o encontrou na porta e parecia bastante excitada.
Ela disse: - Querido, o jantar hoje é uma surpresa. Então ela lhe colocou uma venda nos olhos e o levou até a mesa, fazendo-o sentar-se na cabeceira.

Nesse momento, aflito, ele pressentiu que havia um novo peido a caminho. Quando a esposa estava prestes a lhe remover a venda, o telefone tocou ela foi atender, mas antes o fez prometer que não tiraria a venda enquanto não voltasse. Ele, claro, aproveitou a oportunidade.

E, assim que ficou sozinho, jogando seu peso para apenas uma perna, soltou um senhor peido. Não foi apenas alto, mas também longo e picotado. Parecia um ovo fritando.
Com dificuldade para respirar, devido a venda apertada, ele tateou na mesa procurando um guardanapo e começou a abanar o ar em volta de si, para espantar o cheiro. Mas, logo em seguida, teve vontade de soltar outro

Levantou a perna e RRRRRRRRRRRROOOOOOOOOOOOUUUUUUUUUUMMMMMMM!! Esse, então, soou como um motor a diesel pegando e cheirou ainda pior! Esperando que o odor se dissipasse, ele voltou a sacudir os braços e o guardanapo, frenéticamente, numa animada e ridí­cula coreografia.

E quando pensou que tudo voltaria ao normal, lá veio a vontade outra vez. Como ouvia a mulher, lá dentro, continuando a falar no telefone, não teve dúvidas: jogou o peso sobre a outra perna e mandou ver. Desta vez merecia medalha de ouro na categoria. As janelas vibraram, a louça na mesa sacudiu, e em dez segundos as flores no vaso sobre a mesa estavam mortas.

Ouvido atento a conversa da mulher ao telefone, e mantendo a promessa de não tirar a venda, continuou peidando e abanando os braços por mais uns três minutos. Quando ouviu a mulher se despedir no telefone, já estava totalmente aliviado. Colocou o guardanapo suavemente no colo, cruzou as mãos sobre ele e chegou a sorrir vitorioso, estampando no rosto a inocência de um anjo.

Então a esposa voltou a sala, pedindo desculpas por ter demorado tanto ao telefone, e lhe perguntou se ele havia tirado a venda e olhado a mesa de jantar.
Quando teve a certeza de que isso não havia acontecido, ela própria lhe removeu a venda e gritou: - SURPRESAAAA!!

E ele, finalmente, deu de cara com os DOZE CONVIDADOS sentados a mesa para comemorar seu aniversário de casamento!

Autor desconhecido.

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Boston Chinatown Batting Cage.. BATTER UP!

Isso é o que eu chamo de "cojones"!!!

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Dois Pesos, Duas Medidas

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Perto do fim da copa, juntamente com a cortada do Dunga para com a RG, não permitindo entrevistas exclusivas, não abrindo o treino, ferrando com o Escobar e toda aquelas coisas que foram veiculadas, o que mais chamou a atenção foi o fato da RG praticamente dizer que faltou respeito para com os profissionais da emissora e principalmente com os torcedores.

Faltou respeito, né? Faltou bom senso, faltou, faltou, faltou...

E o que faltou ontem (10/08/2010)? Minha TV foi sintonizada na RG e advinha o que faltou?


FALTOU O JOGO!!

É muito engraçado cobrar respeito para os profissionais e torcedores se a própria RG não respeita os torcedores. Não que eu me importe muito com futebol. Assisto muito de vez em quando e se tiver alguma coisa, qualquer coisa, pra fazer no horário do jogo, eu vou fazer sem o menor peso na consciência. Mas sabemos como os brasileiros de modo geral gostam de futebol e a não transmissão, na minha umilde (sem H de tão humilde que é) opinião foi muito mais desrespeitosa com o torcedor do que qualquer coisa que o Dunga tenha feito.

Deixar de exibir o jogo porque aconteceria no mesmo horário da novela é realmente uma prova de desrespeito e desleixo com o torcedor. Aposto que não irão fazer um editorial (ou seja la como se chama) dizendo que não conseguiram mudar o horário do jogo e por isso não puderam fazer a transmissão.

Francamente
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domingo, agosto 08, 2010

O USO DO CIBERESPAÇO


Internet é lugar de autoria ou plágio?


Internet é lugar de autoria e de plágio, dependendo do uso que se faz dela.


É curioso, pois em minha adolescência, se quisesse saber uma opinião a respeito de um produto teria que confiar nos vendedores ou alguém conhecido que usou o tal produto, enfim, havia certas dificuldades. Hoje, se quisermos saber a respeito de um produto, temos fóruns, textos, críticas, comentários espalhados por vários ambientes virtuais na internet. Como diz um amigo nosso, Henrique, hoje é muito difícil da pessoa que tem domínio de internet ser enganada: com cinco minutos de pesquisa você descobre muita coisa.


O fato é que o compartilhamento de informações, opiniões e criações aproximou as pessoas, quebrando barreiras antes existentes. Mudou conceitos e vivemos num mundo em adaptação.


Sei por experiência própria que a internet se tornou um excelente espaço para criar e compartilhar. Mas não só isso, tornou-se um lugar de fake, de plágio e até falsidade ideológica, em diversos setores. Costumo dizer que a internet é o mundo da fantasia, você é o que quer ser.


Num artigo recente, escrito na revista Super Interessante, publicado em 05 de agosto deste ano intitulado Os jovens não sabem mais o que é plágio?'o autor, Rafael Kenski afirma que o impacto da internet na educação vai até o ponto de mudar o conceito de colar na prova. Segundo uma matéria do New York Times, estudantes têm apresentado dificuldade para entender que copiar material de sites é plágio e deve ser punido.


Uma pesquisa da Universidade de Rutgers mostrou que 40% dos alunos admitiram já ter plagiado em trabalhos escolares. Os jovens estariam cada vez menos propensos a aceitarem que simplesmente assumir para si o trabalho de outro é algo condenável, e isso por vários motivos: a facilidade de reproduzir qualquer conteúdo digital, a diluição da idéia de direitos autorais pela troca ilegal de arquivos de música e vídeo, o crescimento da cultura de mashups e remixes, a proliferação de ficções escritas por fãs a partir de obras famosas e muitos outros motivos. A noção de que as obras precisam ter um ou poucos autores reconhecidos estaria em desuso.


Em outras palavras, diante das facilidades que o mundo virtual está disponibilizando, estariam mesmo os jovens perdendo a noção de direitos autorais numa atmosfera onde “tudo é permitido” ou as instituições estão falhando por não usarem satisfatoriamente as ferramentas que a internet oferece aos jovens? Acredito que as duas coisas estão acontecendo ao mesmo tempo. Como escreveu Pedro Demo, o século XXI exige novas habilidades das pessoas e sociedades, em especial novas alfabetizações tal como manejar devida fluência tecnológica.


Nesse sentido, novos acordos devem ser feitos com o objetivo de equilibrar as relações entre professores e alunos. Novas regras devem ser criadas e observadas. Até que isso aconteça muito provavelmente os problemas continuarão acontecendo.


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terça-feira, agosto 03, 2010

Puta falta de sacanagem

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quinta-feira, julho 29, 2010

Frescura, costume ou algo fisiológico?

Inspirado por programas como Man vs Food e Bizarre Foods (Comidas Exóticas), hoje resolvi encarar uma coisa que eu jamais encararia normalmente: fígado de boi.

Sim, eu tenho um bloqueio que não sei explicar o que é em relação a isso. Minha mãe acabou fazendo isso para o almoço e a aparência estava ótima, mas não consegui encarar. Depois de muita insistência dela e do meu irmão, bem como inspirado pelos programas de tv que tanto adoro, resolvi dar uma beliscadinha. Peguei uma fatiazinha de nada, coloquei no prato e tampei com feijão em cima para camuflar o cheiro, hahaha.

Depois de pestanejar, encher o copo de suco para emergências e etc, cortei uma outra tirinha, fechei o olho, abri a boca e mandei ver. Pronto, com muito sacrifício consegui engolir o pedaço. Vamos para o próximo, realizando o mesmo procedimento, porém dessa vez foi pior, porque eu mastigava e não conseguia engolir. E isso me deixou ainda mais agoniado, porque eu estava com nojo de mastigar e com nojo de engolir.

O resultado do paradoxo moral era mais ou menos o mesmo que pegar uma calculadora e dividir 5 por 0! Em respeito às pessoas que não tem alimentos em suas casas, eu engoli contra todos os meus instintos, mas se eu pudesse, eu teria cuspido aquilo na parede.

Agora acabei de almoçar e estou com o estômago todo revirado! Já estou com dor de barriga e o escambau a quatro. Eu tentei, mas não sei explicar porque não consigo comer isso.

Fim

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quarta-feira, julho 28, 2010

Raging Bull Trailer


Acabei de re-assistir o clássico Raging Bull (Touro Indomável). Adoro os filmes em que Joe Pesci simplesmente rouba a cena (quase todos os filmes com ele). Apesar de DeNiro como sempre estar brilhante, foi Joe Pesci quem brilhou forte no filme. Para quem nuca assistiu, recomendo ver em um momento em que esteja sem sono, pois é um filme parado e cuja história pode se tornar confusa caso não assista com atenção.

Enfim, cada um tira uma lição diferente do filme e a minha foi: "Sejam legais uns com os outros, amém!".

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terça-feira, julho 27, 2010

Formula 1

"Fernando is faster than you".

Como devem saber, meu inglês é muito pior que medíocre. Tenho estudo para ver se melhoro um pouquinho, leva tempo eu sei...

Assistindo Formula 1 esse domingo, enquanto conversa com o Robson no msn, a transmissão da corrida abre o rádio do Massa e o engenheiro diz, muito pausadamente: "Fernando is faster than you...". Foi tão pausado, mas tão pausado que eu no alto do meu não-inglês consegui entender o que ele disse.

Além de entender o que ele disse, eu entendi o que ele quis dizer. Vou traduzir no bom e velho português: "Felipe, meu velho, deixe o Alonso passar assim que puder, você é o segundo piloto e estamos ordenando isso".

Massa para mim acabou! Todo o respeito e admiração, como piloto, que eu tinha por ele se acabou. Foi pro ralo.

Alguns vão falar: Mas na Ferrari é assim mesmo, você já devia ter se acostumado.

Mesmo assim, essa história não bateu. Não esperava isso do Massa. Não daquele mesmo Massa que peitou a Sauber e não deixou seu companheiro ultrapassar. Não aquele Massa que brigou até a última volta no GP do Brasil na tentativa de ser campeão mundial. Não, com o Massa não.



Infelizmente faltou ao piloto, que agora foi rebaixado ao grupo de pilotos que eu tenho antipatia e torço contra sempre, ser macho no sentido de peitar a equipe e mostrar que ele é tão bom quanto Fernando Alonso (que é um bebezinho chorão), que merece respeito e com as mesmas condições pode brigar de igual para igual com espanhol.

Falando em respeito. Se ele não se respeita, não respeita aos telespectadores, ele não merece o meu respeito. Se bem que minha opinião a respeito dele não mudará em nada sua vida, seus milhões de dólares continuarão entrar na sua conta e tudo o que foi escrito dele é pura balela. Eu sei!

Apesar de eu não gostar do Mark Webber, ele peitou a RedBull no caso do bico, ficaram alguns dias de cara amarrada e agora está tudo certo na equipe. O único problema foi que, dias depois aquele teatrinho todo dele foi falso uma vez que ele recusou a tal "asa roubada". Segundo consta, foi oferecido pra ele e ele achou que não fazia diferença. Bom se não faz diferença, não chore porque ela foi dada ao outro. Mas Webber é outro assunto.



Massa me decepcionou ao ponto de eu estar pensando seriamente em não torcer mais para a Ferrari.

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sábado, julho 24, 2010

EDUCAÇÃO PARA A HUMANIDADE


Ao pesquisar sobre o tema que quero desenvolver na monografia do curso de Tecnologias da Educação achei esse texto.

Como um monte de coisas que a gente lê na internet, não podemos ter certeza se é real e foi mesmo encontrado escrito num papel, num campo de concentração nazista, ou se foi inventado.

O foco, no entanto, é a mensagem.

"Prezado Professor,

Sou sobrevivente de um campo de concentração.

Meus olhos viram o que nenhum homem deveria ver.

Câmaras de gás construídas por engenheiros formados.

Crianças envenenadas por médicos diplomados.

Recém-nascidos mortos por enfermeiras treinadas.

Mulheres e bebês fuzilados e queimados por graduados de
colégios e universidades.

Assim, tenho minhas suspeitas sobre a Educação.

Meu pedido é: ajude seus alunos a tornarem-se humanos.

Seus esforços nunca deverão produzir monstros treinados ou
psicopatas hábeis.

Ler, escrever e aritmética só são importantes
Para fazer nossas crianças mais humanas.”


Merece ou não merece uma reflexão?


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sexta-feira, julho 23, 2010

FUTURAMA

Assisti hoje dois episódios novos de Futurama. Para quem não sabe o programa parou de ser exibo há alguns anos atrás e esse ano voltou a ser produzido.



Engraçado que nunca tinha assistido ao Futurama com o áudio em inglês. Confesso que achei muito estranho pois não consigo identificar a voz ao personagem. Mas dá para se acostumar rapidinho.

Parece que a volta da série é séria. Para a 6ª temporada estão previstos 26 episódios. Já saíram 5. Confiram os lançamentos no Imdb

Recomendo!

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quinta-feira, julho 22, 2010

SEM CENSURA

Marina outro dia perguntou se eu conhecia o programa Sem Censura e se tinha alguma opinião a respeito, então mandei o seguinte e-mail pra ela:

Lembro do Sem Censura desde meados de 1997 porque soube que haveria uma entrevista com o vocalista dos Engenheiros do Hawaii Humberto Gessinger e acabei ficando fã da Leda Nagle. Nem sabia da existência desse programa até então.

A primeira coisa que reparei foi que as entrevistas não são engessadas, previsíveis, obvias ou forçadas, tudo flui muito naturalmente como se fosse uma conversar informal entre amigos. A dinâmica que ela põe no programa é muito legal. A forma que os entrevistados se dispõem ajuda muito no ambiente do programa.

Fico impressionado que independente do entrevistado, a apresentadora esta sempre muito bem preparada para a conversa, sem contar que sempre se mostra muito interessada no assunto.

Tem algum tempo que não assisto ao programa, então não saberia dizer como esta agora, mas pelo tempo que acompanhei seguramente não deve ter mudado muito.

Quando eu assistia, normalmente eram convidados cinco (eu acho) pessoas de áreas diferentes (seja política, saúde, música, cultura, esporte etc) e a medida que ela fazia a entrevista os outros participantes eram convidados a expressar sua opinião sobre o assunto, o que é bastante interessante, pois poderíamos ver qual a visão de uma pessoa que tem nada a ver (diretamente) com o assunto. Esse dinamismo me chamou muito atenção pois nos canais 'normais', normalmente cada entrevistado fala a respeito da sua área e não opinava em outra área, não existe interação entre eles. Na verdade os convidados sem dividiam o mesmo espaço.

Outra coisa que deixa o programa bem atrativo é o fato dos entrevistados terem liberdade de fazer perguntas a outros convidados.

Vale destacar, positivamente, a falta de futilidade do programa, todos os convidados realmente têm alguma opinião a mostrar, mesmo que eu discordasse ou não gostasse do convidado, o que da muita credibilidade ao programa uma vez que não há a preocupação de se agradar a algum anunciante. Não existe nada mais chato do que ver o apresentador ter que se esforçar para conversar com um convidado que não tem nada a acrescentar, mas só está no programa porque a emissora ou o apresentador é obrigado a convidá-lo.

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terça-feira, julho 13, 2010

BACK TO PEDAL

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Antes de dizer da volta do Pedal, preciso contar uma história....


O Início

No inicio do ano passado (2009) fiz meus exames anuais de todos os anos. Estava então com 114kg e tomei novamente aquele 'chocolate' do meu médico. Ele disse que eu precisava perder peso e tudo aquilo que eu já sabia mas não dava muito ouvido. Reclamei de algumas dores no joelho e sinicamente ele me disse que a solução do problema eu já sabia. Basta perder peso ou perder o joelho, a escolha era minha.

Os meses se passaram e eu não tomei nenhuma providência, alguém ainda teria alguma dúvida? Sabe como é brasileiro, né? Fica postergando tudo, principalmente quando se diz perder peso. Meados de agosto eu já estava com 116kg e os males associados a isso já eram imensos.

Um belo dia passei mal e fui parar no pronto socorro da Unimed, um médico me (mal)atendeu, me proibiu de comer tudo o que era bom e só deixou as coisas ruins. Nada de refrigerante, cerveja, fritura, ou seja, estava proibido de comer e beber tudo o que era gostoso por pelo menos 30 dias.

Aproveitei todos os males e finalmente tomei coragem para andar de bicicleta. Primeiro pedal meu, inda passando um pouco de mal foi para o Macuco, juntamente com o Caliman e a Marina. Ainda pedi ao Caliman que pegasse leve comigo devido minha situação, mas foi em vão. Fomos para o Córrego do Macuco mesmo. Milhares de Subidas e descidas pelo caminho. Praticamente todas as subidas eu fui empurrando a bike. Simplesmente não estava dando.

Cheguei semi-vivo ao destino, Caliman gargalhando de mim e Marina só com um sorriso no rosto. Eu merecia, sei disso. Estava muito destruído. Menos de uma hora depois resolvemos voltar e o martírio foi o mesmo, todo o morro que outrora eu descia, agora subia empurrando a bicicleta.

Só pra constar, na semana seguinte eu fiz o mesmo trajeto com muito mais facilidade, sem precisar empurrar a bike.


O Meio

Segui nesse ritmo até o final do ano. Pedaladas duas ou três vezes no meio da semana e uma pedalada mais pedreira aos sábados. Nessa brincadeira perdi 16kg. De 116kg fui para 100kg (matemática simples, não sei porque eu precisei fazê-la aqui).

Chegando o fim do ano, festa de aniversário, natal, ano novo, férias, carnaval, acabei relaxando. Não consegui manter a alimentação balanceada e nesse tempo eu mal pedalei. Quando voltei das férias ainda tentei manter e consegui com algum sucesso, mas depois do carnaval a coisa foi degringolando. Minhas pedaladas foram minguando, minguando até eu parar. Vários fatores influenciaram minha parada (mas não vem ao caso citar todos os fatores).

6kg depois, digo, alguns meses depois recuperei 6 dos 16kg que tinha perdido, muitos dirão: "Mas você ainda está no lucro". Engano, com esse 6kg a mais eu voltei a roncar, não me sinto muito bem, o cansaço físico e mental estão acentuados. Já perdi algumas roupas que tinha comprado e por aí vai.


A Volta

Depois de olhar para a balança e para o guarda-roupa e ver que eu já estava engordando novamente resolvi voltar a pedalar, confesso que não é uma tarefa fácil. Quando falo em pedalar estou incluindo no pacote uma alimentação regulada, nada de álcool por algum tempo (a não ser em casos especiais), nada de refrigerante no meio da semana, nada de um monte de coisas. Abster-se dessas coisas é muito complicado. Comer muita salada é muito chato. Mas é o preço que tem que se pagar.

Semana passada eu pedalei duas vezes no meio da semana e neste último sábado encarei o Macuco novamente. É um pouco menos de 30km com subidas e descidas. Gostei muito, achei que estaria muito pior mas foi bem tranqüilo.

Minha meta para o final do ano é estar com 95kg, ou seja, 11kg a menos do que eu estou hoje. Ano passado eu perdi dezesseis, seguramente eu posso perder onze esse ano. Basta me policiar e não desanimar de pedalar. Os fins de semana ainda tem sido um problema, não estou conseguindo controlar a boca direito, mas estou tentando.

Então, oficialmente, estou de volta ao pedal ;)
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quarta-feira, junho 30, 2010

QUANDO A MERDA DÁ MERDA

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Há alguns dias atrás fui para o "interior" do estado a fim de fazer um curso do programa de RH/Folha de Pagamento aqui da empresa. Como um colega de trabalho não pode ir por problemas de saúde, não pude alugar um carro e acabei indo de ônibus.

Acordo de madrugada, me arrumo, pego as coisas e sigo pra rodoviária. Chegando lá, faltando 5min para a saída do ônibus senti uns movimentos, internos, estranhos. Corri para o banheiro e para meu desespero não pude usá-lo pois estava sendo limpo.

Volto em direção ao ônibus, faço o meu "check-in" e vou para minha cadeira. Sempre que entro num ônibus tento pegar no sono o mais rápido possível para que o tédio da viagem seja encurtado em algumas dezenas de minutos. Neste caso em específico eu ganharia mais do que esses preciosos minutos, ganharia também a tranqüilidade de não sentir os movimentos internos.

A viagem correu perfeitamente tranqüila. Chegando perto do Trevo de João Neiva comecei a me sentir mal, muito mal. Quando o ônibus finalmente parou na rodoviária saí correndo para o banheiro.

O banheiro estava muito limpinho, um brinco. Acho que nunca vi um banheiro de rodoviária tão caprichado na minha vida. Mas esse não é o ponto.

Vomitei e caguei o banheiro todo. Nunca tinha me acontecido algo desse tipo, passar mal em viagem assim. Não sei se foi o leite que tomei pela manhã antes de sair. Sinceramente não sei. A título de curiosidade, foi um Top 5 fácilmente.

Depois de re-estabelecido (com ou sem hífen?) fui saindo lentamente do banheiro como se algo de muito ruim estaria para acontecer. E aconteceu. Quando olhei para fora, NENHUM ônibus mais na Rodoviária. Nenhum!!

FUDEU NEGAO! Nada mais passa na sua mente a não ser Fudeu Negão. Calmamente fui em direção à cabine da Águia Branca, comprei a próxima passagem para meu destino. Expliquei do acontecido, e comovido os rapazes la estavam tentando fazer contato com Fundão para conseguir reaver minha bagagem. Ops, não falei?

Pois é!!! Na minha pressa, peguei o notebook que estava no colo e esqueci a bolsa com minhas roupas dentro do ônibus. Para piorar a situação, como vocês perceberam, a bagagem não estava no porta bagagem.

Então, passando mal, sem ônibus, sem bolsa e atrasado para o treinamento...

Depois de muito tempo conseguiram falar com Fundão e minha bagagem seria resgatada assim que o ônibus passasse por la. Nesse meio tempo, fui tomar uma água. Pensei em comer alguma coisa mas preferi não abusar da sorte (sorte essa que já estava a me acompanhar).

Ligo para o Diorge e explico a situação, dizendo que iria atrasar, bla bla bla.


Volto para o guichê e tenho mais uma ótima notícia: O ônibus não parou em fundão. Fudeu Negão mais uma vez. Próxima parada praticamente só na rodoviária de Vitória. Aí já era minha bagagem, algum "malaco" iria se aproveitar dela. Não tinha muita coisa dentro da bolsa, mas tudo o que tinha dentro dela é minha.

Liguei para o Diorge novamente, expliquei a mudança dos planos. Pedi que ele seguisse pra rodoviária e ficasse esperando na porta do ônibus para que, quem sabe, pudéssemos ter minha bolsa. O rapaz do guichê ligou para a rodoviária e explicou o acontecido. Enquanto isso meu novo ônibus já estava atrasado em 20 min.

Dez minutos depois embarco no novo ônibus e sigo viagem. Não consegui tirar um cochilo sequer. Chegando perto do meu destino, liga Diorge dizendo que não tinha conseguido recuperar minha bolsa...

Segundos depois ele começa a gargalhar dizendo que estava com ele :P

Ao menos uma coisa boa tinha que ter acontecido nessa história.

Seguimos para o lugar do curso e de resto foi tudo normal :)
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terça-feira, junho 22, 2010

cof cof

cof cof cof cof

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