sexta-feira, novembro 18, 2005

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post atrasado

MINHA PRIMEIRA NÃO-IDA A VITÓRIA

Quarta-feira fiquei de levar o Kadu e sua irmã a Vitória levar e buscar algumas coisas de sua mãe (que está em Portugal).

Chegando a parte da tarde, Alvim me comunica dizendo que talvez iria também. Mais à tarde ainda, chega o Bonna (via msn) e diz:
Bonna: É você que nos vai levar a vitória?
Bonna: Você tem carteira?
Bonna: Você sabe dirigir?
BonaTTo: não
BonaTTo: não
BonaTTo: não
Bonna: Ufa!
Bonna: O primeiro não já me deixa feliz
BonaTTo: Na verdade só o 1º que é SIM
Bonna: oh-oh!

Eu já em casa, Betão e Roberta aportam lá em casa. Betão me ensina alguns macetes do carro, coloco o Gillan & Glover - Accidentally ON PURPOSE para tocar e seguimos pro centro da cidade.

Pego o resto do povo (Kadu, Alvim e Bonna), abastecemos o carro e seguimos viagem (acho que já era mais de 19hs). Ouvimos algumas barulheiras no carro, verificamos se era algum problema com os pneus. Nada, pneus tranqüilos. Barulheira continua, olhamos o porta malas, ferramentas soltas. seguimos viagem. Alguns caminhões no caminho, kadu ficando irritado.

Viagem pra Vix, necessariamente temos que parar na Califórnia pra comer aquele pastel com caldo-de-cana (o meu com limão, por favor). Devidamente alimentados, seguimos viagem.

Chegando em Timbuí (por volta de 21hs), vilarejo próximo a fundão, a descarga solta. Kadu já estava irritada, Roberta um pouco "incalma" e Alvim e Bonna se divertindo com isso. Kadu põe a descarga no lugar e, ao olharmos pra frente vimos uma borracharia. Bem, não era necessariamente o que precisávamos, mas era o que tínhamos.

O cara olhou, disse q o máximo que poderia acontecer era soltar de novo, e a teríamos que encaixar novamente. Até aí, tudo bem. Tooodo mundo pra dentro do carro novamente. Viro a chave e nada. Viro novamente e nada. Outra vez e nada. O cara que estava lá disse q o carro estava jorrando água para fora. Pensei na hora, que porra é essa, isso é um carro ou um chafariz?

Abre o motor, a água estava fervendo. Foooi o borracheiro atrás de um mecânico. Neste mesmo tempo, Roberta já tentava (em vão) fazer contato com seus parentes em Vix. Chega o borracheiro dizendo que não encontrou um mecânico mas já estava indo a busca de outro.

Já essa altura o Bonna se divertia. Tirava foto, com uma lata de Caracú na mão, de tudo quanto era coisa deste pacato lugar chamado Timbuí. Tempos depois aparece o mecânico.

Olha pra lá, olha pra cá. Mexe, abre, fecha, roda, mata o bolão, tira lona no jogo de purrinha. Depois de muito olhar, ele percebe que a ventoinha não estava a rodar qdo chegava a uma certa temperatura. Detalhe, o ponteiro de aquecimento não mexia enquanto viajávamos. Levo o carro até a oficina dele, e ele continua mexendo.

Depois de muito trabalhar no carro (isso já era mais de 22hs), ele faz uma gambiarra direta. Liga a bateria diretamente na alimentação da ventoinha.

Enquanto o cara olhava o carro, Bonna e eu brincávamos de fazer substituições em músicas com o nome do Steve Vai, exemplo: "A onde steve VAI eu vou varrendo" ou ainda "Só quero que você me aqueça neste inverno e que Steve VAI pro inferno". Saiu diversas "rimas" (de gosto duvidoso, é claro) com isso.

Decidimos então vir embora. Chegamos em Colatina por volta de 23:30.

Ainda bem que a descarga resolveu cair, pq ao contrario, estaríamos até agora no meio da estrada com o motor ferrado.
¡

Antigo postem no outro mais acima :P



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