sexta-feira, outubro 27, 2006

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VIAGEM A INTERLAGOS - I

Esse fim de semana foi pra São Paulo ver a última etapa da Fórmula 1. Fim de semana, inclusive, que pode ser considerado por mim um dos melhores fins de semana da minha vida. Só pelo fato de ter visto uma corrida. Nem estou falando da vitória de um brasileiro, Felipe Massa, no GP do Brasil que não era vencido por um brasileiro, Ayrton Senna, desde 1993. Também nem estou falando da corrida que o Schumacher fez, que depois de um pneu furado foi parar na última posição e ao final da corrida estava em 4º.


Schumacher entrando nos boxes

Bom, o post mesmo é isso aí, nem precisa ser o restante. O restante é bla-bla-bla, mas você pode ler se quiser.


Saímos de Colatina em direção a São Paulo por volta de 13h20min. Deu-se assim o início de uma longa viagem, 17hs num ônibus. Parada em Vitória para embarque de mais pessoas.

O ônibus era bem bacana, dois andares, na parte de baixo, TV e DVD, mesa pra jogos e talz. Na parte superior, 3 monitores de TV e DVD. Nosso Guia tinha uma opção de filme muito interessante: Melinda and Melinda de Wood Allen. Não assistam, pelo menos se for em viagem, você vai achar um saco. Talvez o filme fosse até bom, mas viajando, aqueles longos diálogos pareciam ser muito chatos. Vou me arriscar a locar e ver em casa, com mais calma. De repente mudo minha imagem dele.


Cortamos pelo sul do Estado e paramos em Atílio Vivácqua por volta de 19hs numa churrascaria para jantar. Mas pelo excesso de gente, a churrascaria não teria como atender todo mundo, caso quiséssemos rodízio. Não sabia, mas no sul do estado está rolando uma promoção e eu ganhei uma coca-cola gratz :P . Vou procurar saber se está rolando por aqui também. A comida era bem mediana, sem muitas opções. Aproveitamos a parada e compramos um piratão do X-MEN 3. Não iríamos correr o risco de assistir Melinda and Melinda novamente. Não daria. Certamente não.

A noite foi longa, apesar de todo o conforto de um ônibus leito, nunca é confortável o bastante. Tirei altos cochilos e todas as vezes que abria os olhos tinha a infelicidade de estar olhando para um relógio. Como as horas demoraram a passar. Sempre que eu acordava o Robson olhava com uma cara feia de inveja, pois eu conseguia cochilar e ele não.

Chegamos no hotel perto de 6hs da matina. Fizemos o check in (ou seja, lá como se escreve) e fomos direto pro restaurante do hotel encarar o café da manhã. Diga-se de passagem, é um café da manhã de primeira. Hotel. Vou falar um pouco dele. É um hotel belíssimo, com uma entrada muito bonita, saguão idem. Fiquei bem impressionado. Bom, depois de encher o pandú de comida, seguimos pros quartos onde teríamos tempo livre até às 10hs.

O quarto de hotel, sinceramente, não tinha nada de mais não. Qualquer hotel colatinense tem o mesmo nível de quarto. Com exceção da opção de água quente. Jogamos as coisas num canto, tomamos banho (um de cada vez, é claro), fizemos uma horinha e resolvemos dar uma volta na tão falada Rua Santa Efigênia (ou Ifigênia?). Era muito cedo ainda e não tinha quase nada aberto ainda. Mas isso não impediu do Robson torrar uma grana com capa de DVD. Comprei um controle remoto pra minha TV, R$ 25,00. Com garantia e tudo mais (humrum! Garantia! Ta, estou acreditando). Voltamos pro hotel e ficamos de bobeira até o horário combinado.

O problema que o horário combinado passou de 10hs para 10h15min e fomos em direção ao Autódromo às 10h30min. Se gasta aproximadamente uma hora do hotel ao autódromo José Carlos Pace.

Continua...
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Antigo postem no outro mais acima :P



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